ASSOCIAÇÃO
Palavras do Diretor de Tecnologia e Qualidade

Odilo Diniz Landgraf Figueiredo da Silva, Diretor de Tecnologia e Qualidade realata que a Abradibi vem atuando em inúmeras frentes de trabalho na área de Regulamentação e Normatização Técnica

"A Abradibi vem abraçando inúmeras frentes de trabalho na área de Regulamentação e Normatização Técnica, pela qual respondo desde 2012.
Atuamos de forma expressiva, junto ao INMETRO, visando disponibilizar o maior número possível de informações técnicas, como também sobre o mercado, possibilitando a publicação do Programa de Avaliação de Conformidade para os Componentes de Bicicletas de Uso Adulto.
Atualmente, a ABRADIBI participa das Comissões Técnicas do INMETRO referentes à revisão da Regulamentação de Pneus de Bicicletas e da elaboração de Regulamentação de Bicicletas Infantis, assim como da Comissão Técnica da ABNT para criação de Norma ABNT NBR de Bicicletas Infantis.
Nossa maior demanda, nesse momento em que se discutem os termos da certificação e sua implantação, é evitar que o mercado seja limitado em suas possibilidades de fabricação e importação de bicipeças, sem que isso signifique comprometer a qualidade, e também de forma a garantir a segurança do produto final.
Para que essa premissa seja atendida é necessário um constante programa de esclarecimento e implantação assistida ao mercado nacional e internacional sobre prazos, escopo e requisitos estabelecidos pelo Inmetro, a fim de que o mercado passe a utilizar peças que venham agregar qualidade à bicicleta ofertada ao consumidor brasileiro e ao mercado externo quando o Brasil se dedicar, de fato, a exportar os produtos de nosso setor.
Dessa forma, a Abradibi vem atuando com vocação de ser uma entidade devotada à garantia de competitividade do mercado de bicicletas e seus componentes."

MERCOSUL: MUDANÇAS VISAM TRAZER MAIS SEGURANÇA AO PRODUTO FINAL
A expectativa é introduzir algumas mudanças simples, nada extremista ou radical, respeitando a Regulamentação MERCOSUL em vigor, porém adotando novos requisitos, principalmente em relação a manopla, protetor de corrente e rodas laterais.

RECEITA FEDERAL ALTERA REGRAS DE PROGRAMA DE COMÉRCIO EXTERIOR
A Receita Federal editou nova regulamentação para as empresas interessadas no Programa Brasileiro de Operador Econômico Autorizado (OEA). O objetivo do programa é desburocratizar as operações de comércio exterior.
As empresas certificadas são, por exemplo, dispensadas de exigências na aplicação de regimes aduaneiros especiais. Segundo advogados, a nova norma torna o programa mais atrativo.
A Instrução Normativa (IN) nº 1.624, de 2016 - altera a regulamentação antiga, a IN nº 1.598, de 9 de dezembro de 2015. A IN determina que a declaração de importação e de exportação de empresa operadora deverá ser analisada com prioridade pelo Fisco. "Atualmente, leva-se em média 20 dias para concluir o processo de importação e cinco para a exportação, mais ou menos, entre o navio chegar e ser feito o despacho aduaneiro.
De acordo com especialistas, o programa implica em um maior controle por parte da Receita Federal, mas os benefícios são substanciais. "Acelera-se o processo de comércio exterior, o que gera redução de custos com armazenagem, transporte e estoque. E a empresa consegue se planejar melhor para fazer uma melhor negociação com o exportador, por exemplo", afirma Vera Kanas, da consultoria Tozzini Freire.
A previsão é de que o programa esteja em pleno funcionamento a partir de dezembro de 2016. Após um projeto-piloto, o Fisco começou a receber os pedidos de certificação.

CONFEDERAÇÕES SÃO CONTEMPLADAS COM R$ 131 MILHÕES DE RECURSOS DA LEI AGNELO/PIVA
As Confederações Brasileiras Olímpicas foram contempladas com R$ 131 milhões dos recursos da Lei Agnelo/Piva em 2016. Para distribuir os recursos às entidades, o Comitê Olímpico do Brasil (COB) levou em conta todas as fontes de receita de cada Confederação no planejamento anual da modalidade, tais como patrocínios, convênios com o Ministério do Esporte, Plano Brasil Medalhas e projetos da Lei de Incentivo ao Esporte, entre outros. O objetivo foi garantir que as principais ações planejadas para 2016 estejam cobertas por alguma fonte de recursos. A Lei Agnelo/Piva destina 1,7% do prêmio pago aos apostadores de todas as loterias federais do país ao COB.

Para 2016, o COB trabalha com uma estimativa de arrecadação de R$ 220 milhões. Dos recursos recebidos, o COB é obrigado por lei a investir 10% no esporte escolar (R$ 22 milhões estimados para 2016) e 5% no esporte universitário (R$ 11 milhões em 2016).
Dos cerca de R$ 187 milhões restantes estimados, R$ 98.280.600,00 serão aplicados diretamente nos programas das 29 Confederações Brasileiras Olímpicas, exceto a de futebol. Outros R$ 32.719.400,00 serão aplicados pelo COB em projetos alinhados ao planejamento estratégico de preparação de atletas e equipes para os Jogos Olímpicos Rio 2016. Com isso, as Confederações serão contempladas com um total de R$ R$ 131 milhões, R$ 13,3 milhões a mais do que o orçado em 2015.
Os valores que serão repassados diretamente a cada uma das Confederações Brasileiras Olímpicas de Verão em 2016 partem de um mínimo anual de R$ 2.235.200,00 a um teto de R$ 4.554.000,00 repassados a cinco Confederações: Atletismo, Desportos Aquáticos, Judô, Vela e Vôlei. O Ciclismo, através da CBC receberá R$ 3.836.800,00
O COB administrará diretamente R$ 56 milhões, que serão investidos na Missão Brasileira no Rio 2016, que inclui as bases de treinamento antes e durante os Jogos Olímpicos (ex: Urca e Escola Naval), no Instituto Olímpico Brasileiro (IOB), no Centro de Treinamento Time Brasil, na Missão Brasileira nos Jogos Olímpicos de Inverno da Juventude Lillehammer 2016 e nas atividades operacionais e administrativas da entidade.

Fonte: COB

 

 

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